terça-feira, 18 de novembro de 2014

O relato do meu parto humanizado

Olá!!!

Meu filho nasceu gente! Ó que coisa mais maravilhosa! :) 

Ele nasceu no dia 17 de Setembro em uma Parto Domiciliar e Humanizado. 

Finalmente, depois de 2 meses e 1 dia de nascido que estou conseguindo vir aqui escrever para vocês sobre como foi o meu parto e todas suas consequencias positivas. Afinal, minha quarentena já foi completada e eu, apesar de MUITO cansada por falta de sono, estou MUITO bem em todos os sentidos. 

Vou resumir um pouco de tudo é claro, pois quero aproveitar também para deixar por aqui dicas de pessoas e informações que tive e que me ajudaram muito a me emponderar como mulher/mãe durante a gestação para conseguir seguir a natureza e fazer tudo como tem que ser em benefícios do meu filho e meu!

Vamos lá...


Resumidamente (primeiro), minha gestação foi um processo muito interessante. Foi um processo de entrega e aceitação literalmente.

Photo: Kyra Penido Mirsky


Digo isso, porque antes de engravidarmos muitas de nós mulheres sonhamos com o tal dia que iremos gerar uma vida. Mas, como a vida é uma caixinha de surpresas, quando finalmente chega o dia, tudo é diferente (ou não, dependendo do caso). Mas, quase sempre é uma grande oportunidade de crescermos em todos os sentidos. E assim foi comigo. 

Descobri muito cedo que estava grávida pois meu ciclo menstrual era certinho. A gente (eu e meu marido) já falávamos em filho há muito tempo, e dito e feito, engravidamos :)  Fiz o teste e já estava com 2 semanas! Foi uma felicidade só e vários outros processos internos que surgem quando sabemos que tem um Serzinho dentro da gente sendo gerado e crescendo numa velocidade que nem conseguimos imaginar! 

Eu sempre pensei que com a alimentação saudável que eu tenho não iria enjoar na gravidez. Ledo engano. Percebi que não tinha nada a ver com alimentação ter enjoo. Na verdade, o que acontece é que o enjoo é até bom pois fortalece a placenta (que é a morada do bebê durante os 9 meses).  No final do texto quando chegar na hora do parto vou contar o que aconteceu com a minha placenta.

Pois bem, eu comecei a enjoar MUITO e de TUDO. De repente não conseguia comer quase nada. Nem as minhas frutas e vegetais crus tão queridos e que são a base da minha alimentação! Afinal, eles contém muita quantidade de água, e para muitas grávidas os líquidos e alimentos muitos ricos em água enjoam bastante. E assim foi comigo, acreditam? Pois é.

Foi o primeiro "entrega e aceita" que tive que trabalhar internamente. 

Bom, mas se eu não conseguia comer nada o que eu comi? Nos primeiros 4 meses confesso que comia o que dava dentro do veganismo que é uma alimentação que já sigo há mais de 8 anos e que me sinto bem. Porém, acabei abrindo algumas exceções pois tinha dia que não descia nada e alguns desejos (memórias afetivas) realmente vieram com tudo. Abri exceção para pizza, pão de queijo e ovo, alimentos que não como há mais de 8 anos e que também não acredito serem a melhor opção para uma dieta saudável no dia a dia. Mas, como venho mudando muito meus conceitos já faz um tempinho, acredito que quando sabemos como usar certos alimentos nem tão bons conseguimos tirar o proveito deles sem nos prejudicar (a tal da Alimentação Inteligente). Mas, de qualquer forma minha proposta de reeducação alimentar é sempre o veganismo, pois realmente acredito que ele seja a alimentação ideal como base para o dia a dia por milhares de outras questões.

Na gravidez foi assim e com o meu conhecimento de alimentação soube fazer as melhores opções dentro do possível. E a coisa boa é que comi muito pouco desses alimentos "não ideais" pois acabava enjoando deles também.  E como só consumi os consumi pouquíssimas vezes e bem no começo, até uns 2 meses de gravidez, a minha gestação completa foi praticamente vegana e com muito êxito! 
Nesses primeiros meses a minha base alimentar eram os vegetais, as leguminosas, os grãos, e as frutas que conseguia comer.

Acabei só conseguindo comer tudo cozido nesses meses de enjoo e quase nada cru (e isso pra mim foi muito difícil, confesso). Meu enjoo durou 4 meses!!! Foi brabo. Mas, foi tudo muito importante e agradeço muito por ter vivido esse processo. Até hoje agradeço ao meu filho por tudo que eu venho passando de crescimento pessoal e interno com a vinda dele. 

Bom, depois dos 4 meses bem enjoados e comendo o que eu nem acredito que seja o mais saudável, veio a alegria!

De 4 pra 5 meses eu comecei a querer comer todos os alimentos que amo e que realmente fazem bem de volta! Muita fruta, muita verdura, vegetais, e tudo cru! Ainda continuei comendo leguminosas e alguns grão cozidos, além de alguns tubérculos e raízes cozidas, mas a base voltou pra mesma: frutas e vegetais crus na maior parte do meu dia.

Um detalhe importante foi que foquei em muitos alimentos crucíferos que são ricos em cálcio (brócolis, couve flor, repolho, couve etc), folhas verdes escuras (ricas em proteína) e também fiz suplementação de B12 (pois antes de engravidar ela estava baixa por algumas razões que pretendo um dia escrever por aqui). E esse foi o resumão de como foi a minha alimentação durante a gravidez. 

Além da alimentação, outros pontos cruciais que me prepararam para o meu parto foram os exercícios físicos e mentais que fiz durante a gestação.



Photo: Kyra Penido Mirsky



Mentalizava meu bebê super saudável dentro da minha barriga e depois fora dela. Mentalizava que eu iria ter o parto natural, e que tudo ia dar certo. Mentalizava muita luz e amor sendo emanadas para ele. Mentalizava e também verbalizava muitas coisas positivas e tenho certeza que isso fez diferença.

Fiz muita caminhada tanto na areia quanto no calçadão, peguei muito sol, mergulhei no mar e tomei banho de cachoeira, fiz ioga, dança do ventre e outros exercícios para ajudar na hora do parto com a minha querida Doula Diana Schneider.

Photo: Kyra Penido Mirsky



E falando em Doula...esse foi o começo da minha preparação para o parto em casa.






Nos primeiros meses fui em busca da minha equipe que iria realizar meu parto em casa. Desde o início que descobri a gravidez, eu sabia que iria ter meu filho da forma mais natural possível como todos os outros animais na natureza tem sem precisar de intervenções ou se questionarem se são capazes de parir. Eu sabia dentro de mim que tinha essa capacidade, pois eu confio na natureza.
Sempre achei muito doido as pessoas preferirem uma cirurgia do que um parto normal/natural. Pra mim cirurgia é em último caso e olhe lá! O que ela faz com nosso corpo é uma agressão fortíssima além de anestesiar a mulher no momento mais lindo da vida dela! Totalmente diferente da capacidade do corpo que é completamente preparado para PARIR.

Como eu sempre confio no corpo e na natureza minha escolha foi, claro, o parto em casa feito por mim e pelo meu filho. Porque quem faz o parto somos nós e não os médicos ou parteiras. Eles devem somente ajudar nesse momento. 

Depois que encontrei minha Doula (a Diana) lá pelos 6/7 meses comecei minha aula de ioga e conversas com ela para ir me preparando para o grande dia!

Além da aula e das conversas, comecei a me informar muito, até mesmo para ter argumentos e provas (porque nessa sociedade tão distante do natural precisamos informar as pessoas e principalmente a família que parir naturalmente e em casa é algo normal e saudável, e que não tem tantos perigos como se imaginam, afinal, a humanidade vem nascendo assim desde sempre não é mesmo?).

E assim começou minha busca e a outra grande descoberta da minha vida depois da alimentação: A INDÚSTRIA DO PARTO que só visa ganhar dinheiro e tratar as mulheres como seres super frágeis incapazes de parir naturalmente, e que causa sérios danos tanto na mãe quanto no bebê. Afinal, nascer de forma agressiva (como é na maioria dos casos), e distanciar o bêbê da mãe logo após o nascimento - fora as outras intervenções que são feitas no bêbê absurdas e totalmente desnecessárias - é realmente assustador e causador de muitas complicações emocionais nas futuras crianças/adultos que podem ou não serem revertidas (dependendo da vontade de se tornar consciente ou não), sem falar na mãe, que em muitos casos acaba sofrendo de depressão pós-parto. O que ninguém questiona é como a mulher se sentiu na hora do parto, e se ao sofrer as intervenções, se aquilo não a prejudicou emocionalmente.

Um filme que indico muito e que me ajudou a mostrar para minha família e para a família do meu marido que não éramos loucos nem "hippies", foi o maravilhoso documentário "O Renascimento do Parto". Uma querida amiga que também é Doula, a Fernanda Moura, trouxe para mim, pro meu marido e pra uma amiga assistirmos. Nós vimos e só me deu mais coragem. E nossos familiares assistiram e passaram a nos apoiar. Foi realmente importante esse documentário nesse processo. Super recomendo! 





Além desse documentário eu assisti outros e li sites e artigos que só confirmavam minha escolha. No final do texto compartilho com vocês alguns deles. 

Até o grande dia, foram outros processos de "aceitar e agradecer", principalmente as últimas semanas. Pois trabalhei até praticamente o último mês, e me cobrava muito de curtir mais minha gestação e trabalhar menos. Hoje percebo que fiz tudo nos conformes, nem tanto assim como pensava. Curti sim cada momento da gestação, mas a cobrança interna materna começa muito cedo! rsrs

Com 36 semanas eu conheci o outro anjinho, a Alê (Alexandra Celento), minha enfermeira obstetra! Foram algumas consultas e encontros antes do parto para eu tirar todas as minhas dúvidas e estreitar ainda mais o laço com quem ia me ajudar a colocar meu bêbê no mundo! Foi fundamental pra mim, todas as conversas, o apoio emocional.

E assim estava feito minha equipe: A Alê e a Diana. Como back up, eu tinha minha obstetra Bernadette Bousada pra fazer meu parto humanizado e natural no hospital. Mas, eu sabia que isso era mais uma precaução do que uma realidade. 

Quando chegou nas 38 semanas a espera pelo "a qualquer momento" começou muito forte! Pois eu comecei a sentir pequenas contrações durante a noite. Sempre achava que ia ser o dia! E não era. Mais um momento de "aceita e agradece". Ah essa expectativa que temos como seres humanos que tudo aconteça exatamente como a gente quer e na hora que a gente quer!


Minha última aula de ioga pra gestante antes de parir. Eu sou a décima barriga da esquerda pra direita :)


Mas, a vida sempre vem pra ensinar, que sim, se acreditarmos tudo acontece como a gente quer, mas nem sempre na hora que a gente quer. E assim foi comigo. Até as 40 semanas e 3 dias ele não vinha, porque claro, não estava pronto, seu pulmão não estava totalmente pronto e ponto final. O bebê sabe quando ele está pronto para vir, e respeitar o momento certo dele é muito melhor e ele nasce muito mais saudável. O absurdo das cesarianas programadas no dia e hora que a mãe ou o médico querem só prejudicam o bebê, pois eles nascem muitas vezes não tão maduros, com o pulmão que não está pronto e por isso os bebês acabam indo para as incubadoras ou nascem com outras complicações. A mulher entrar em trabalho de parto é FUNDAMENTAL, mesmo que no final ela faça uma cesariana por real necessidade.

Tudo o que eu fiz foi conversar MUITO com ele, preparar a casa, lavar suas roupinhas, suas fraldas de pano e aguardar o momento que ele quisesse vir. Fui apreciar a natureza do Rio de Janeiro, fui pra praia, mergulhei no mar, rezei, agradeci, li, fiz minha última aula de ioga e peguei muita energia positiva com as outras futuras mamães e, claro, dormi MUITO!!!! O máximo que eu podia. E isso é muito importante, porque o primeiro mês é PUNK! Até hoje tudo o que quero é ter uma noite de sono inteira. 

Bom, mas o grande dia chegou! Foi com 40 semanas e 4 dias que nosso Cauê quis vir ao mundo prontinho e saudável! 

As contrações bem fortes começaram por volta das 4 e pouca da manhã. Ligamos para a Diana e ela me sugeriu tomar um banho de chuveiro deixando a água quente cair na minha lombar, e disse que se ao voltar pra cama eu continuasse com as contrações e elas ficassem ritmadas (quer dizer de 10 em 10 minutos, ou de 5 em 5 minutos) eu deveria ligar pra ela, pois seria o grande dia!

E foi exatamente o que aconteceu. Assim que voltei pra cama, elas ficaram mais fortes e ritmadas. Ligamos pra Diana. Ela chegou em 30 minutos e eu já tava que tava sentindo as maravilhosas dores das contrações. E não é brincadeira não quando digo maravilhosas, pois sem elas como iria parir? A Diana sempre falava pra gente chamar as contrações de amigas. E posso falar que a dor é grande mas não é sofrimento. Dor e sofrimento são coisas completamente diferentes.

Bom, e o processo de contração/para/descansa/contração/para/descansa/contração ficou indo até que foi aumentando, aumentando... Nesse tempo que durou 10 horas até a hora do parto, a Diana e a Alê colocaram músicas lindas para eu ouvir, que falavam de coisas positivas e tinham uma melodia deliciosa e relaxante. Elas faziam massagem em mim, acendemos velas no meu quarto e fechamos as janelas para ficar tudo escurinho caso ele viesse. Meu marido ficou do meu lado na maior parte do tempo, me dando a mão, olhando nos meus olhos e me segurando nos momentos que eu andava pela casa e de repente viam as dores e eu precisava abaixar, ele tava lá! e isso fez toda a diferença, pois me deu segurança e amorosidade, que é tudo que a mulher precisa nesse momento. A Diana e a Alê também me seguravam, me davam a mão e me emponderavam ainda mais como mulher-animal (que somos!!!! E é melhor se conectar com esse lado nesse momento para tudo fluir mais).

Até que chegou um momento que eu comecei a resistir as contrações amigas!

Estava cansada e queria que ele viesse logo, é claro. Porém, a minha resistência só atrapalhava e prolongava ainda mais. Foi então, que eu resolvi começar a sorrir e dar risadas quando vinha cada contração! Se era pra aceitá-la, então foi com sorrisos que aceitei totalmente essa maravilha que são as contrações! Me lembro da cara do meu marido e da Diana e da Alê. Eles não acreditavam que eu estava sorrindo a cada contração!! Foi realmente transformador pra mim e acredito que pra eles também.

A cada contração que eu sorria era como se o Cauê estivesse mais feliz e vindo com mais força pra fora da minha barriga, só porque eu decidi aceitar que a dor do parto é a dor mais maravilhosa que pode existir.

Logo após, decidimos que eu levantaria e daria uma andada pra mudar a posição. Fomos para o corredor e ali resolvi ficar. Passou um tempo de contrações e gritos muito altos, e nada dele vir. Então a Diana falou algo na hora que foi fundamental: "Malu, lembra do nosso trabalho com o períneo? A força é no períneo." Gente, eu não sei como eu consegui ouvir naquele momento, mas eu sei que entendi e comecei a mudar o meu "grito" de expulsão.

Decidimos voltar pro quarto, pra minha cama, e lá me senti bem de ficar na posição de 4. Comecei a colocar minha força lá pra baixo em vez da garganta, e não deu outra, em 3 contrações ele veio ao mundo de forma linda!

Saiu do meu corpo com duas circulares enroladas no pescoço! Você sabia que se eu estivesse no hospital provavelmente eles iriam me indicar uma cesárea porque o cordão umbilical estava enrolado? DESNECESSARIAMENTE. Afinal, meu filho nasceu não só com uma, mas com duas! e correu tudo bem.

Ele nasceu limpinho só todo molhadinho e nem sangue tinha! Veio direto para os meus braços já de olhos abertos (pois nosso quarto estava todo escurinho para respeitar a saída da barriga, que é escurinha, para o mundo) e não chorou. Começamos a falar com ele: "Chora Cauê. Chora Cauê.", e de repente e lindamente ele começou a chorar. Foi lindoooo! Dali ele foi direto pro meu peito, e como um animalzinho já foi procurando meu peito e abocanhou! Começou a sugar e essa sensação é inexplicável!

Veio ao mundo de forma amorosa, sendo respeitado em todos os momentos sem sofrer nenhuma intervenção - assim como eu não sofri nenhuma - como, por exemplo, levá-lo embora pra longe de mim para ser aspirado, darem banho (o que é desnecessário pois a camada de fluidos que eles nascem servem para protegê-lo nos primeiros dias e não é recomendável que se dê banho pelo menos até os 3 primeiros dias pelo menos), colocarem colírios, darem tapinha na bunda pra chorar, ficarem em encubadoras longe da mãe por um tempão sofrendo já a separação traumática.

Eu pari minha placenta tranquilamente, e a Diana e a Alê ficaram impressionadas como ela era firme e saudável! Elas ficaram com os olhos arregalados, namorando a placenta, juro! rsrs Eu fiquei muito feliz de saber que isso era um ótimo sinal. O meu bebê tava em um ambiente realmente saudável na minha barriga.

Minha recuperação foi incrivelmente maravilhosa! No terceiro dia eu já não tinha mais barriga!!! Fiquei sequinha! Me sentia leve e disposta dentro do possível (com as noites mal dormidas). Quem me viu ficou impressionado como a recuperação de um parto natural é boa pra mulher. Atá agora, com 2 meses, estou colhendo os frutos bons da minha escolha.


Photo: Kyra Penido Mirsky 
Cauê com 15 dias :)


Realmente, a diferença de se ter um filho com parto natural e humanizado é definitivamente melhor para o ser humano chegar nesse nosso Planeta Terra. Gente como a palavra diz: "É NATURAL". E é indispensável que você tenha uma equipe preparada para te dar todo o suporte que você precisa. Uma Doula é fundamental e faz toda a diferença. Busque saber mais, tenho certeza que vai achar muita gente do Bem nesse caminho para te ajudar.

Futuras mamães, repensem seus partos, de verdade. Sendo uma opção real optem pelo mais natural, será melhor para vocês e para seus filhos. Não quero fazer apologia a nada, somente estou mostrando o meu lado, a minha experiência que acredito ser natural e normal, porém estamos muito distantes e insensíveis para entender a profundidade de colocar no mundo um ser humano com mais dignidade e menos intervenções que serão menos traumáticas pra ele. Parir naturalmente é amor em cada momento. A mulher produz um hormônio chamado ocitocina que é o hormônio do Amor. E ele só é bem produzido quando a mulher está se sentindo segura, bem e conectada para transmití-lo todo para o bebê na hora do nascimento. Parir naturalmente te transforma totalmente! Te conecta com seu lado mais animal e mais conectado com o Universo. Eu me sinto uma mulher muito mais forte, e meu bebê também se mostra muito mais forte. A minha vontade com este post é encorajar mais as mulheres que querem ter um parto digno. Acreditem, vocês PODEM :) Nosso corpo é perfeito para tal. Não existem tantos problemas assim como são falados. Busque mais, se informe, converse com outras mães, com outros profissionais e você verá o quanto é capaz de colocar um lindo Ser no mundo.



E dois meses depois...




Aqui está meu pimpolho, seu nome é Cauê e está super forte e saudável sendo amamentado em livre demanda com leite materno vegano :)

 Até mais meus amados!

Malu


Referências para se informar mais:


- http://orenascimentodoparto.com.br/
- https://www.facebook.com/MaterNatural
- http://www.amamentareh.com.br/

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Como melhorar a digestão e assimilação de nutrientes?


NÃO É SÓ O QUE VOCÊ COME, MAS COMO VOCÊ COME QUE FAZ A DIFERENÇA. 



Olá!

Hoje quero compartilhar uma informação muito importante se o que você quer é uma melhor digestão e assimilação de nutrientes vindo dos alimentos naturais :)

Desde que eu adotei o frugivorismo/crudivorismo na minha vida e base/dieta diária, pude encontrar nos alimentos o seu verdadeiro sabor e um aprendizado incrível de como escolhê-los da melhor forma possível para ter uma digestão otimizada.

Isso porque para se consumir o alimento cru, sem temperos (na maioria das vezes) só mesmo sabendo escolher para conseguir sentir prazer e conseguir comer maiores quantidades :)

Um ótimo exemplo é tentar comer uma manga verde - é totalmente sem gosto, azeda, sua polpa é mais esbranquiçada e não tem cheiro nenhum. Como conseguir comer uma quantidade razoável dela nesse estado e ainda querer absorver seus nutrientes, que ainda não estão prontos para serem biodisponíveis?

Alimento de verdade, natural e bom para nós em todos os sentidos (nutrição, energia vital, sabor/prazer), são os alimentos orgânicos e locais, frescos e maduros.

Vou explicar um por um o porquê eles são melhores...

Alimentos Orgânicos e Locais


Muito básico, eles respeitam e seguem uma "programação genética" (como diria minha querida Conceição Trucom), respeitando seus ciclos e a estação de cada alimento, que quando apto para se dar por completo, "dispara seus mecanismos reprodutivos, aumentam suas raízes e caules, produzem mais folhagens, geram as flores e frutos."* E quando sincronizados com todo o ecossistema, ficam plenos em sua nutrição, vitalidade e desenvolvimento, o que faz com que o alimento amadureça no seu tempo certo e seja mais biodisponível para nós. E isso é nutrição pura!!! Além de não precisar de fertilizantes químicos e agrotóxicos, pois não é preciso "forçar" sua produção.

Se tiver dúvida de qual alimento está na época, é só ir  numa feira orgânica, pois eles só trabalham com alimentos da época.

Procurar ter a base da sua alimentação vinda de alimentos orgânicos, sazonais e locais é um grande investimento para sua saúde.


Alimentos Frescos


Os alimentos frescos são essenciais para nossa alimentação/nutrição/saúde porque tem mais energia vital, crescem mais próximos de nós, e normalmente estão mais tenros, macios e bem saborosos.

Não tem nada como colher ou comprar um alimento fresco e consumí-lo logo após! É tanto sabor, água, maciez... se consumir uma verdura fresquinha, você verá como ela se liquefaz na sua boca rapidamente, e isso é maravilhoso para a digestão e absorção de nutrientes.

Normalmente, as verduras (folhas em geral e ervas), legumes, raízes, sementes, castanhas e nozes deveriam ser consumidas o mais fresco possível! Pois quando muito maduras (no caso das verduras, legumes e raízes) tem maior concentração de amido e ficam mais duras, com fibras mais indigestas para nós. E isso contribui para uma digestão e assimilação precária dos alimentos.

Por isso a dica é: compre suas verduras frescas, lave-as, seque-as bem e armazene em sacos tipo zip locks bem fechados na parte mais baixa da geladeira, assim elas ficaram mais "frescas". Porém não deixe passar mais de 2-3 dias. (Se quiser dica passo a passo com vídeo de como fazer isso, veja meu post AQUI).

Legumes e Raízes devem ser comprados o mais fresco possível e guardados em sacos bem fechados dentro da geladeira também para não amadurecerem demais e manterem seu "frescor". Lembrando sempre para não demorar muito para consumir esses alimentos de qualquer forma.

Já as sementes/castanhas/nozes quando fresquinhas e cruas não estão rançosas, são bem mais adocicadas, contém mais água, e são mais macias para mastigação. Você sabia que a castanha do pará quando crua e fresca parece mais um coco seco, porém mais macio e bem adocicado? Não se parece nada com a cor e sabor das castanhas vendidas por aí que já estão assadas e rançosas...
Por isso é melhor comprá-las ainda na casca, para assegurar seu frescor e sabor. E melhor ainda se puder armazenar no frezzer (tanto ela na casca quanto aberta).

Já as frutas (vamos falar um pouco mais a frente) devem ser SEMPRE consumidas maduras e, claro, se você conseguir consumir frutas direto do pé maduras, elas estarão fresquinhas, cheias de energia vital e prontas para consumo! E isso quer dizer MUITA NUTRIÇÃO E BOA ABSORÇÃO DE NUTRIENTES. De qualquer forma, o mais importante é respeitar o tempo de maturação dos alimentos sempre que puder e consumir os alimentos da época.


Alimentos Maduros


Vamos para essa parte que é sempre boa de falar, pois é surpreendente! Digo isso, pois na minha pesquisa e prática com uma alimentação frugívora/crudívora como mencionei anteriormente, descobri a classificação dos alimentos, o que me fez saber melhor como consumí-los, principalmente se tratando de maturação. E isso é de uma extrema importância que você ainda não faz idéia!
Alimento quando verde machuca a gente. Você deve saber bem isso se já consumiu abacaxi verde (que pode dar áfitas), banana verde (que prende o intestino) etc., e acaba prejudicando a reputação dos alimentos naturais por pura falta de informação!

As frutas, como já falei, devem ser SEMPRE consumidas maduras. Porém, você realmente sabe quando uma fruta está madura?

Uma dica básica é: use todos os seus 5 sentidos! Sinta seu cheiro (que quando madura exala naturalmente), toque e veja se está mais macia, olhe sua cor (e veja se está mais amarela/dourada, ou bem vermelha, ou bem laranja), prove e veja se está realmente doce por completo, e algumas até você pode escutar para identificar sua maturação como abacaxi, melão, melancia etc. Dando uma batidinha, você verá se está mais oca ou firme. Quando mais firme, mais madura normalmente...

Frutas doces básicas para não se dar mal tem que ser escolhidas assim como mostro nas fotos abaixo:

Banana prata bem madura, e orgânica. Perceba que ela fica pretinha.

Manga palmer bem madura. Perceba o amarelo dourado por toda ela.



Agora vem a parte surpreendente! :) Alguns vegetais (que na verdade, botanicamente sua classificação seria de frutos não-doces) deveriam ser mais consumidos maduros do que muito verdes assim como as frutas doces.

E quais seriam eles?

Tomate, jiló, abobrinha, beringela, pepino, pimentão...só para citar alguns!

Todos eles deveriam ser deixados do lado de fora da geladeira para amadurecerem!!! E eles amadurecem igual as frutas doces. Ficam com sua pele mais enrugada, ficam mais macios, sua cor fica mais vibrante, e claro, seu sabor e aroma também! E o melhor! ficam mais biodisponíveis: melhor para digestão e assimilação de seus nutrientes!

Abaixo mostro algumas fotos desses alimentos no seu "momento certo" de maturação:


Pimentão amarelo orgânico bem maduro. Perceba que ele começa a fica mais enrugado.


Jiló amadurecendo.

Jiló madurinho. Perceba como ele fica mais enrugado e bem vermelho. Seu sabor fica mais adocicado.


Não é só comer frutas e vegetais. Tem que saber como consumí-los no seu tempo certo para a REAL nutrição. 


Então, comece a olhar melhor para os alimentos naturais, dê mais valor para sua maturação e/ou frescor, e sua procedência (orgânico de preferência). Sua DIGESTÃO E ASSIMILAÇÃO de nutrientes será MUITO melhor!!! Além de você ter mais prazer e sabor ao consumir alimentos naturais.

Espalhe essa informação por aí! E vamos juntos melhorar nossa qualidade de nutrição. :)


Beijos de luz, amor e saúde!

Malu



Referência da citação: * http://www.docelimao.com.br/site/desintoxicante/cultura-organica/992-alimento-maduro-fresco-e-integral.html



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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Óleos isolados: o perigo para nossa saúde

Olá meus queridos!

Hoje tenho uma informação SUPER importante para passar para vocês.

Engraçado como que eu nunca postei sobre isso por aqui, apesar de não fazer mais parte da minha dieta diária há bons anos, desde que adotei o frugivorismo como minha base alimentar.




O Perigo dos Óleos Isolados


Há muito tempo que não tenho como alimento na minha cozinha os óleos isolados, ou mais conhecidos como: azeite de oliva, óleo de linhaça, de girassol, de soja, de milho, de gergelim etc. Somente tenho o óleo de coco, que mais uso para passar na pele como um maravilhoso hidratante corporal, e às vezes uso na cozinha para untar uma forma quando faço algum prato para não grudar, porém é bem raro.

Inclusive, não caia nessa onda de que o óleo de coco é super saudável, emagrecedor e bom para saúde na forma como divulgam para ser consumido. Mais para frente e no vídeo que recomendo você assitir abaixo vai falar melhor do porquê você não deve cair nessa.

Outro detalhe importante no final deste post, são as referências que tenho para compartilhar que comprovam o que estou escrevendo aqui neste post. Se você tem interesse em saber mais e ter comprovações científicas, por favor, acesse os links. 


Bom, e por quê não seria tão recomendado assim a utilização de óleos isolados na nossa alimentação diária e em tamanha quantidade como é usado e propagado por aí como sendo "super alimento", "emagrecedor", desintoxicante, etc.?

Simplesmente porque eles são ISOLADOS (= refinados). Não são alimentos inteiros, integrais, e por isso tem uma concentração TÃO GRANDE de gordura, que nosso fígado no final das contas fica super prejudicado tendo que lidar com todo esse excesso e concentração de óleo consumida. Se você for ler o fator nutricional nas embalagens de óleos, você verá que eles nada mais tem do que 100% de gordura. Não tem nada de carboidrato, de fibras, de proteína, somente gordura, e muito concentrada.

Toda vez que consumimos alimentos refinados, temos um desequilíbrio no nosso consumo de nutrientes essenciais (macronutrientes: carboidrato, proteína, gordura e micronutrientes) que só vem de alimentos inteiros (que tem total equilíbrio deles).

Por eles não conterem suas fibras, os óleos isolados oxidam muito rápido, se tornando rançosos, mesmo que sejam prensados a frio e extra virgens. Para o nosso corpo interno (nossos orgãos) eles são muito prejudiciais. Óleos isolados deveriam ser usados na pele como hidrante, ou como é usado na aromaterapia, não na nossa dieta diária.

Para dar mais embasamento recomendo fortemente que você assista esse vídeo abaixo da minha querida Conceição Trucom que é química e palestrante de alimentação natural, e fez esse maravilhoso vídeo para informar as pessoas do perigo que é o consumo desses óleos isolados.





Uma outra leitura que recomendo é ler o livro " The 80/10/10 Diet" - Dr. Douglas N. Graham, onde descobri o malefícios dos óleos isolados e do excesso de gordura na dieta. Recomendo muitíssimo mesmo!

Diabetes e Cândida x Açúcar


Bom, aproveitando que estou falando dos óleos isolados e do excesso de gordura na dieta, nada melhor do que aproveitar a deixa e já comentar algo muito importante também.

Primeiro vou começar falando sobre a diabetes. Ela não é um problema do açúcar. Ela é um problema do excesso de gordura que consumimos. Isso mesmo. A gordura (ainda mais quando é ingerido o óleo isolado) em excesso tem um poder de bloquear a entrada do açúcar para nossas células. E se você não sabe, tudo que consumimos tem que ser transformado em açúcar para ser absorvido pelas nossas células, pois açúcar é o alimento primordial delas. E quando ele não consegue ser absorvido, pronto! o pâncreas é acionado fortemente para que mande insulina para abrir essa portinha e o açúcar conseguir entrar nas células. É sempre um esforço para o corpo ter que lidar com essa situação, e uma hora ou outra ele pode virar uma doença...o DIABETES, por exemplo.

Já no caso da Candida, é quase o mesmo cenário, só que o excesso de gordura contribui para o crescimento da candida (em um trabalho incrível que o organismo faz) para consumir todo o açúcar em excesso na corrente sanguínea que, novamente, não consegue ser absorvido pelas células por causa (antes) do excesso de gordura.

Quer mais informação? Assista esse vídeo abaixo:





Informe-se e mude para melhor


Então, não se engane, procure mais informações, saiba que o açúcar ideal é o açúcar das frutas inteiras/integrais e maduras. E que a diminuição do consumo de gordura na dieta é fundamental para um reequilíbrio na saúde.

E mais do que isso, além da diminuição do consumo de gordura, o mais importante é dar ênfase nas gorduras integrais/inteiras como nos alimentos como: castanhas, sementes, abacate, coco. E em suas formas como manteigas integrais como as da maravilhosa marca brasileira Bioporã (www.biopora.com) que tem toda a sua linha de manteigas veganas integrais moídas em moinhos de pedra de forma artesanal.


Mais Soluções


- Na minha dieta e no meu dia a dia na cozinha, dou sempre preferência para os molhos feitos com essas manteigas diluídas com suco de limão e água ou um pouco de sal ou shoyu. Como por exemplo: tahine cru com limão e pitada de sal. Simples assim. Alimento integral até no molho :)
E se eu não usar as manteigas, utilizo abacate, ou as castanhas inteiras ou sementes inteiras raladas ou liquidificadas com ervas.

- Para refogar os alimentos, também não utilizo óleo. Dou preferência para panelas antiaderentes como de cerâmica (ou de pedra... e se for usar as de teflon, utilize com muita cautela somente com colheres de pau, e nunca com metais), e refogo com um pouco de água se necessário. Super simples e sem óleo ;)

- Se for assar algo, utilizo papel tipo manteiga na forma para não precisar utilizar óleo, ou de vez em quando utilizo um pinguinho de óleo de coco para untar se eu não tiver na mão o papel tipo manteiga.

- Substituição do óleo como: azeite, canola, soja, girassol, milho em receitas como bolos, empadinhas etc, utilizo o leite de coco fresco e artesanal ou uma quantidade pequena de óleo de palma orgânico para dar liga. Essas são substituições um pouco mais "saudáveis" para preparar esses tipos de pratos, porém claro que para serem consumidos de vez em quando, com moderação.

- Para aproveitar melhor todos os nutrientes de sementes e castanhas, dê sempre preferência para essas oleaginosas CRUAS, e deixe-as de molho e/ou germine para acordá-las e para serem retirados seus fitatos que podem vir a ser fatores antinutricionais. Além do que, você as torna mais digestas, hidratando-as.

- Comendo fora:
-> Evite os molhos que vem nas saladas de restaurantes. Peça para vir sem molho, e se puder peça fatias de limão e orégano seco para temperar e se eles tiverem só as castanhas ou sementes inteiras ou um abacate bem madurinho, peça também.
-> Evite os pratos que contenham muito óleo, e/ou peça para diminuir a quantidade (a gente sempre tem que falar com os garçons nossas preferências, e se der para modificar um prato ou outro, maravilha!).
-> Se comeu uma refeição fora de casa com muito óleo, passe o dia comendo bastante verdura (folhas verdes) e não repita pratos cheios de óleo no dia seguinte :) Deixe para certas ocasiões comer esses pratos.

- Coma mais em casa!!! Desta forma você terá a certeza que não colocará um pingo de óleo no seu prato, e conseguirá mais saúde a curto e a longo prazo!

Essas são algumas dicas básicas para você implementar no seu dia a dia, e diminuir o consumo de óleos refinados e isolados na sua dieta. Pode ter certeza que quanto mais diminuir, mais você sentirá como é pesado comer uma refeição besuntada de óleo (por mais "puro" que ele seja!!). A leveza dos alimentos integrais é totalmente benéfica para nós, pois além de tudo nos ajuda a ter mais equilíbrio e não comer tanto devido as fibras que eles possuem.

Diga mais não aos alimentos refinados e super concentrados! 


Foque nas frutas maduras e vegetais frescos! ;)

Beijos de luz, amor e saúde!

Malu


REFERÊNCIAS (dentro desses artigos, tem mais referências que eles compartilham):

http://www.drfuhrman.com/faq/question.aspx?sid=16&qindex=8

https://www.pritikin.com/your-health/healthy-living/eating-right/1103-whats-wrong-with-olive-oil.html#.VA31QGRdUqk




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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Como armazenar os alimentos para uma maior duração?




Olá amados!

A dica de hoje é a continuação do post anterior que postei aqui no blog, de como higienizar os alimentos

Hoje vou falar de como podemos armazenar nossos alimentos da melhor forma, para que eles durem mais e mantenham sua vitalidade.

Primeiramente, é importante falar que nem todos os alimentos devem ir para a geladeira logo depois que compramos, sabe porquê? Porque muitos deles são comprados verdes (não maduros) e precisam desse tempo fora da geladeira para amadurecer e se tornar perfeito para ser consumido - gerando assim uma excelente digestão e assimilação dos nutrientes.

Muitas frutas devem ser deixadas de fora até atingirem sua maturação, só devendo ser condicionadas na geladeira se estiverem maduras demais e não forem ser consumidas logo, ou que já estão previamente cortadas.

Outras frutas como as cítricas laranja, tangerina, lima, limão depois que estão maduras, devem ser com certeza armazenadas na geladeira para durarem mais (coloque-as na gaveta mais baixa da geladeira). Alguns vegetais (ou frutos não doces) como abobrinha, beringela, pimentão, tomate devem ser SEMPRE deixados de fora da geladeira até amadurecerem o suficiente. Outros como as raízes e tubérculos, quando frescos, podem ser armazenados em sacos bem fechados na geladeira para durarem mais.

ORGANIZAÇÃO NA GELADEIRA

A organização dos alimentos dentro da geladeira é muito importante para sua conservação. Certos alimentos precisam de temperatura mais fria do que outros, daí a importância de armazená-los corretamente dentro da geladeira. 

É importante também lembrar que se quiser facilitar seu dia a dia, lave somente as folhas verdes, seque muito bem, e armazene em sacos transparentes tipo zip-locks, armazenando-as na prateleira mais baixa da geladeira.



Já outros vegetais e frutas, não devem ser lavados e levados à geladeira, pois aumentam sua umidade podendo acelerar seu processo de deteriorização. Guarde-os em sacos bem fechados (pode usar o zip lock também) e mantenha-os nas partes do meio da geladeira ou na útlima gaveta (nunca em cima ou nas prateleiras da porta).

Leites vegetais, queijos vegetais (ou de origem animal) devem ser armazenados na parte superior e mais alta da geladeira. Lembre-se que leites e queijos vegetais duram no máximo 3-4 dias. Lembre-se sempre de cheirar os alimentos antes de consumí-los para ver se não estão estragados. Como o frio inibe o cheiro, é importante tirar um tempo antes e verificar.

OUTRAS DICAS!
  • Utilize recipientes de vidro com tampas - isso é muito importante! Recipientes de plástico (principalmente se vão para o microondas), vão liberando tóxicos nos alimentos, e isso gera intoxicação a longo prazo;
  • Evite deixar a porta da geladeira aberta, fique de olho na borracha;
  • Verifique a temperatura do refrigerador que deverá está marcando 4,5°C ou menos e congelamento -18°C ou menos;
  • Não deixe os alimentos abertos na geladeira. Guarde os alimentos em recipientes fechados ou cubra com papel filme;
  • Para quem come ovos, eles não devem ficar na porta da geladeira, pois sofrem constante choque térmico favorecendo a contaminação, o ideal é que fique nas prateleiras intermediárias em recipiente com tampa;
  • Nunca forre as prateleiras da geladeira com plásticos ou toalhas, pois isso dificulta a circulação do ar frio, prejudicando o bom funcionamento do aparelho. Espero que essas dicas tenham sido úteis! Deixe seu comentário ou dúvida embaixo do vídeo. Beijo grande!
Espero que essas dicas tenham sido úteis! 


Beijos beijos!!! 


Malu



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